SEJAM BEM VINDOS AO RESGATE DE SUA CONSCIÊNCIA CRIADORA - PLANETÁRIA E CÓSMICA

"VIVENDO NO ETERNO MOMENTO DO AGORA"

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

NANÃ BURUQUÊ

Nanã Buruquê é representada como a grande avó, de energia amorosa e feminina é a Ela que clamamos quando precisamos nos auto-perdoar e nos libertar do passado.
Ela representa o colo que aconchega, acolhendo amorosamente nossas dores para nos ajudar a transformá-las com sabedoria.
A Orixá Nanã Buruquê rege a maturidade, portanto está sempre associada à maternidade (a vida).
Nanã está na Linha da Evolução, um raio essencial para o crescimento dos seres.
É o pólo magnético negativo, feminino e absorvente e no pólo magnético positivo e está o Orixá Natural Obaluaiyê.
Ela cuida da passagem no estágio evolutivo do ser, adormecendo os espíritos e decantando as suas lembranças com o passado, deixando-os prontos para reencarnarem.
Obaluaiyê, então, é quem estabelece o cordão energético que une o espírito ao corpo (feto) que será recebido no útero materno assim que alcançar o desenvolvimento celular básico (órgãos físicos).
Portanto, o campo preferencial de atuação de Nanã é o racional, pois decanta o emocional dos seres, preparando-os para uma nova "vida". É Ela quem faz esquecer, é Ela quem deixa morrer para renascer.
O seu elemento é a lama do fundo dos rios. Ela é a deusa dos pântanos, da morte (associada à terra, para onde somos levados após a morte) e da transcendência.
Nanã é considerada a mais velha dos Orixás das águas, age com rigor em suas decisões, oferece segurança, mas não aceita traição. É uma figura muito controversa no panteão africano: ora perigosa e vingativa, ora desprovida dos seus maiores poderes, relegada a um segundo plano amargo e sofrido.
Nanã é conhecida por dois nomes distintos: Nanã Buruquê, a Avó de Oxalá, e Nanã Burucum – Nanã Buruku (iku, "morte") - a Mãe de todos os Exus.
Deusa dos rios, lagos e pântanos. A Mãe das águas e das Iabás (Orixás femininos), é a mais velha das mães. É a senhora de muitos búzios, que simboliza a morte por estarem vazios e a fecundidade por lembrarem os órgãos genitais femininos.
Nanã sintetiza em si a vida e a morte, a fecundidade e a riqueza. Seu nome designa pessoas idosas e respeitáveis e, para os povos jêje, da região do antigo Daomé, Nanã significa mãe. A grande Mãe da Sabedoria.

SHIVA SHANKARA



Deus da destruição do Universo, o principal do Xamanismo Ancestral. No Xamanismo Ancestral, o Senhor Shiva é a figura mais importante, não apenas por representar o Pai do Xamanismo Ancestral, mas por possuir essencialmente múltiplas formas e aspectos em um único poder divino. Sua simbologia é altamente venerada. O aspecto Shankara é a forma xamã do Senhor Shiva, que o representa como sendo um grande índio Hindu e o maior devoto do Grande Espírito, o Senhor Krishna.

Sua simbologia é representada de diversas maneiras, através de diversas escrituras e de diversas escolas filosóficas, entretanto, as características xamânicas do Senhor Shiva mais importantes são representadas aqui da seguinte forma:

Sentado sob a pele de um Tigre:
O Tigre é o veículo de sua shákti, a Deusa de todas as forças e poderes. Shiva está além e acima de qualquer força. Sentado sob a pele de um Tigre, simboliza a vitória sobre todas as forças. 
  
A Serpente Naja sobre o pescoço:
A Naja é a mais mortal das Serpentes. Usar uma Serpente em volta da cintura e do pescoço, simboliza que Shiva dominou a morte e tornou-se imortal. Este aspecto também dá outro nome a Shiva, Neelkantha, o Deus que pode beber sozinho a porção da morte e ficar livre de seus efeitos. Na tradição do Yoga, ela também representa Kundalini, a energia de Fogo que reside adormecida na base da coluna. Quando despertamos essa energia, ela sobe pela coluna, ativando os centros de energia (chakras) e produzindo a iluminação (samadhi), um estado de consciência expandida.

A Lua crescente em seu cabelo:
A Lua, que muda de fase constantemente, representa a ciclicidade da natureza e a renovação contínua, a qual todos estamos sujeitos. Ela também representa as emoções e nossos humores, que são regidos por esse astro. Usar uma Lua crescente nos cabelos simboliza que Shiva está além das emoções. Ele não é mais manipulado por seus humores como são os humanos, ele está acima das variações e mudanças, ou melhor, ele não se importa com as mudanças, pois sabe que elas fazem parte do mundo manifesto. Os mestres que se iluminaram afirmam que as transformações pelas quais passamos durante a vida (nascimento e morte, o final de uma relação, mudança de emprego, etc.) não afetam nosso verdadeiro ser e, portanto, não deveríamos nos preocupar tanto com elas. Este aspecto significa então, que Shiva possui o poder da procriação, além da destruição. 

O cabelo enrolado no topo da cabeça:
O cabelo enrolado de maneira circular no topo da cabeça significa que Shiva é o senhor do vento, Vayu, representando o controle da respiração, o simples ato de inspirar e expirar.
  
O sagrado rio Ganges nascendo de sua cabeça:
No topo da cabeça de Shiva se vê um jorro d’água. Na verdade é o rio Ganges ou Ganga, que nasce dos cabelos de Shiva. Há uma história que diz que Ganga era um rio muito violento e não podia descer à Terra pois a destruiria com a força do impacto. Então, os homens pediram a Shiva que ajudasse, e ele permitiu que o rio caísse primeiro sobre sua cabeça, amortecendo o impacto e depois, mais tranqüílo, corresse pela Terra.

O tridente (TRISHULA):
O Trishula de Shiva é o símbolo das três funções do Criador (Brahma), Preservador (Vishnu) e o Destruidor (Shiva). É com essa arma que ele destrói a ignorância nos seres humanos. Suas três pontas também representam as três qualidades da existência: tamas (a inércia ou ignorância), rajas (o movimento ou paixão) e sattva (o equilíbrio ou bondade).
  
O Touro Branco:
Nandi é o Touro Branco que acompanha Shiva, sua montaria e seu mais fiel servo. O Touro está associado às forças telúricas e à virilidade. Também representa a força física e a violência. Montar o Touro Branco, significa dominar a violência e controlar sua própria força. A palavra Nandi significa, “aquele que dá a alegria”. Sua devoção por seu senhor é tão grande que sempre se encontra sua figura diante dos templos dedicados a Shiva. Ele está sempre deitado, guardando o portão principal do templo.

O Lingam:
Também chamado de Linga, é o símbolo fálico de Shiva. Ele representa o pênis, o instrumento da criação e da força vital, a energia masculina que está presente na origem do Universo. Está associado ao poder criador de Shiva. A palavra Lingam significa, “emblema, distintivo, signo”. O Lingam é o emblema de Shiva. Na Índia, reverenciar o Lingam é o mesmo que reverenciar a Shiva. Ele pode ser feito em qualquer material, embora o preferido seja o de pedra negra. Na falta de uma escultura, se constrói um Lingam com a areia da praia ou do leito do rio, ou simplesmente se coloca em pé uma pedra ovalada. É comum, nos templos, se pendurar sobre o Lingam uma vasilha com um pequeno orifício no fundo. A água é derramada constantemente sobre ele numa forma de reverência. A base do Lingam representa a yoni, o genital feminino, mostrando que a criação se dá com a união do masculino e feminino.

O tambor Damaru:
O tambor em forma de ampulheta representa o som da criação do Universo. No Xamanismo Ancestral, como no Hinduísmo, o Universo brota da sílaba “Om” (AUM). É interessante comparar essa afirmação com o conhecido prólogo do Evangelho de São João: “No princípio era o Verbo (a sílaba, o som). E o Verbo era Deus. (...) Tudo foi feito por Ele (o Verbo) e sem Ele nada se fez”. É com o som do Damaru que Shiva marca o ritmo do Universo e o compasso de sua dança. Às vezes, ele deixa de tocar por um instante, para ajustar o som do tambor ou para achar um ritmo melhor e, então, todo o Universo se desfaz e só reaparece quando a música recomeça.

Kamandalu:
O vaso de bronze, conhecido como Kamandalu é o repositório onde Shiva guarda o amrita, a bebida da imortalidade, similiar à ayahuasca no Ocidente.



Cacique Pena Verde



É de uma Tribo Asteca, oriunda dos Estados Unidos que veio migrando até chegar na Amazônia, onde se instalou.

Sua aparência: usava calça de couro, tinha cabelos longos e grisalhos e seu penacho, longo, tinha as cores (verde, vermelha e branca) cada cor representada um irmão.

Relatou que para um índio se tornar pagé, tinha que participar de um ritual: caçar e trazer um javali para a tribo;

Quando Pene Verde foi participar deste ritual, tinha mais um adversário, o vencedor seria quem trouxesse a presa primeiro;

Os dois saíram para a missão no mesmo dia. O seu adversário voltou no dia seguinte com um javali abatido.

Pena Verde só retornou após 30 dias, o impressionante é que ele não precisou abater o javali, durante este período ficou observando o comportamento e foi se aproximando até domá-lo. Só então retornou para a tribo. Entrou triunfante, montado no animal!

Tinha dois guerreiros que considerava seus braços, o filho e o sobrinho.

Certo dia, a sua tribo foi invadida e começou uma guerra sangrenta, Pena Verde, sentiu uma profunda dor nas costas, havia sido alvejado por uma flecha, antes de morrer, pediu a Tupã para ver quem era o autor de tamanha atrocidade. Poucos minutos se passaram e ele pode ver seus guerreiros sendo massacrados, mulheres e crianças sofrendo as maiores barbaridades, então virou-se para trás e pode ver que o seu querido sobrinho a quem tinha tanta estima e confiança era o mentor do ataque.

Para que morresse em paz, Pena Verde perdoou seu sobrinho, tirou a flecha das costas e partiu!
                

Mestre Pena Branca



Pena Branca nasceu em aproximadamente 1425, na região central do Brasil, hoje, entre Brasília e Goiás, onde seu pai era o Cacique da tribo.

Era o filho mais velho de seus pais e desde cedo se mostrou com um diferencial entre os outros índios da mesma tribo, era de uma extraordinária inteligência.

Na época não havia o costume de fazer intercâmbios e trocas de alimentos entre tribos, apenas algumas tribos faziam isto, pois havia uma cultura de subsistência, mas o Cacique Pena Branca foi um dos primeiros a incentivar a melhora de condições das tribos, e por isso assumiu a tarefa de fazer intercâmbios com outras tribos, entre elas a Jê ou Tapuia e Nuaruaque ou Caríba.

Quando fazia uma de suas peregrinações ele conheceu na região do nordeste brasileiro (hoje Bahia), uma índia Tupinambá que viria a ser a sua mulher, chamava-se “Flor da Manhã” a qual foi sempre o seu apoio.

Como Cacique Tupinambá, foi respeitado pela sua tribo de tupis, assim como por todas as outras tribos e principalmente a maior rival, os Caramurús, que após a chegada dos portugueses se uniram aos Tupinambás, nascendo então outra nação indígena, a nação Caramurú-Tupinambá, na qual Pena Branca passou a ser o Cacique Geral, apesar disso, continuou seu trabalho de itinerante por todo o Brasil na tentativa de fortalecer e unir a cultura indígena.

Certo dia Pena Branca estava em cima do Monte Pascoal no sul da Bahia, e foi o primeiro a avistar a chegada dos portugueses nas suas naus, com grandes cruzes vermelhas no leme.

Esteve presente na primeira missa realizada no Brasil pelos Jesuítas, na figura de Frei Henrique de Coimbra.

Desde então procurou ser o porta-voz entre índios e os portugueses, sendo precavido pela desconfiança das intenções daqueles homens brancos que ofereciam objetos, como espelhos e pentes, para agradá-los.

Aprendeu rapidamente o português e a cultura cristã com os jesuítas.

Teve grande contato com os corsários franceses que conseguiram penetrar (sem o conhecimento dos portugueses) na costa brasileira – muito antes das grandes invasões de 1555 – aprendeu também a falar o francês.

Os escambos, comércio de pau-brasil entre índios e portugueses, eram vistos com reservas por Pena Branca, pois ali começaram as épocas de escravidão indígena e a intenção de Pena Branca sempre foi a de progredir culturalmente com a chegada desses novos povos, aos quais ele chamava de amigos.

O Cacique Pena Branca faleceu no ano de 1529, com 104 anos de idade, deixando grande saudade a todos os índios do Brasil, sendo reconhecido na espiritualidade como servidor na assistência aos índios brasileiros, junto com outros grandes espíritos, como o Cacique Cobra Coral e Cacique Tupinambá.

Salve o Mestre Pena Branca. Jaya Ahow!

                                                                                                        

Meditação Xamanica

A meditação xamanica como mecanismo de autocura

 por Ingrid Monica Friedrich - Friedrichim@terra.com.br

 
Na meditação xamanica faz-se uso de varias ferramentas associadas para mobilizar o conjunto corpo-emoções-mente e espírito para penetrarmos em nosso conteúdo inconsciente e lidarmos com fatos arquivados em um momento em que não tínhamos forças e recursos para lidar com os mesmos, e este acesso permite que nos curemos.

Meditar em si já é saudável, pois o nosso ritmo em atividades normais produz em nossa mente uma emissão de ondas eletromagnéticas do tipo alfa (14 a 40 Hz) e ao entrarmos em relaxamento, colocando a atenção em funções orgânicas como a respiração e batimento cardíaco, nosso ritmo mental-energético lentifica-se para ondas betas (7 a 14 Hz) e como a vibração do planeta está em 13 Hz (Ressonância Schulman) entramos em compasso com o mesmo, nos harmonizando.

Quando estamos produzindo ondas alfa, estamos acelerados em relação ao planeta, como se vivêssemos no futuro, gerando ansiedade, medos pela desconexão, e desgaste celular nos levando ao envelhecimento precoce.

Se acrescermos a meditação os sons harmônicos, relaxantes, seja por toque de instrumentos, ou de musica gravada, as ondas que compõe a musica atuam não somente em nossos ouvidos e mente, mas são percebidos por todo nosso campo eletromagnético, na pele atuando em nosso sistema nervoso, nos sensibilizando e trazendo de volta ao presente, reduzindo nosso ritmo mental, distraindo parte de nossa mente consciente, reduzindo nossas defesas e censuras internas, nos predispondo a acessar o conteúdo do inconsciente.

Com estas duas ferramentas, meditação e musica, e pela lentificação do ritmo cerebral, nossa capacidade de aprendizado se magnífica, pois temos maior nível de concentração, mudamos o foco do tumulto do mundo exterior comandado pelo Ego, para nosso mundo interior, orientado pela somatória do consciente e inconsciente, em mesmo ritmo, harmonizando-nos com tempo-espaço planetário, e entramos em fluxo, reduzindo tensões energéticas, despertando nossa sensibilidade e intuição, permitindo que entremos em estado Amplificado de Consciência.

Na meditação xamanica, se utiliza a evocação de um animal de poder, ou de símbolos em geral, o que tem função orgânica, pois faz com que nossa mente instintiva, que atua normalmente como uma voz interna, gerada no cérebro reptiliano, a qual contém todos os aprendizados e adestramentos dentro das verdades (crenças) que assumimos como leis internas, se ocupe e concentre em gerar a visualização do objeto da forma mais nítida e detalhada possível, e por a mente não saber diferenciar o que é experiência realmente vivida da percepção imaginada, se distraia de defender nossas crenças, que não desejamos abrir mão, pois nos geram sentimento de segurança, e acabam por nos auto-sabotando.

O animal de poder, assim como todo arquétipo trazido a mente tem uma função de trazer a busca da cura do Ser, trazendo para Luz da consciência, algum conteúdo do inconsciente (lado sombra), onde estão todas nossas forças, habilidades latentes, assim como os conteúdos emocionais que na época que aconteceram, ainda não tínhamos a maturidade emocional para lidarmos com o fato adequadamente. Deste modo com o auxilio do animal visualizado, pode-se conduzir a pessoa em meditação tanto ao lado sombras, como para lucidez de sua alma, unindo inconsciente para supra consciente, mantendo a consciência como observadora. 

Para entendermos melhor este mecanismo, vamos explorar nosso funcionamento interno: Nossos sentidos percebem ondas energéticas com determinadas freqüências e entidades, cada objeto ou ser tem uma assinatura energética característica.

Conforme crescemos e ao entrarmos em contato com as mesmas, aprendemos a perceber o que é material com imagem associada a uma nomenclatura, geradas pela informação do nome do mesmo, gerando a compreensão mental, oriunda da decodificação da emissão energética, do que é, por exemplo, um gato, e esta percepção se torna um código que dura toda nossa vida, parte de nosso banco básico de informações, e é a nossa primeira experiência com o gato que nos da um significado intelecto-emocional.

Só é possível a leitura deste artigo a quem aprendeu o alfabeto (imagens) a associar cada letra a um som, e a soma de letras a palavras, e geramos um processo mental inconsciente, onde todo nosso conhecimento se torna em um processo energético codificado, graças ao potente computador que é nosso cérebro.

Nosso corpo irradia pela sua constituição energética um campo eletromagnético onde as informações se depositam como arquivos acessíveis a qualquer momento, onde o cérebro busca uma imagem/som já aprendido ao receber uma perturbação energética conhecida.

Quando não existe um arquivo exato, ele procura por similaridade, ou não consegue decodificar a energia.

No xamanismo, pela orientação do condutor da meditação, se pede que um animal de poder se apresente referente ao assunto que se deseja trabalhar na mesma.

A mente buscará a energia no campo informacional, ligada ao mesmo, e a decodificará como um animal, se pedirmos que seja como uma flor, um objeto, assim ela fará, influída pelo comando sugerido.

Muitas vezes a imagem do animal que surge é de um que admiramos e/ou conhecemos e por aprendizado ficará mais acessível na mente, onde acabamos gerando imagens dos animais mais comuns ligados ao nosso conhecimento do meio xamanico.

Também podemos constatar que além de nossa mente que atua no nível consciente e que comanda nossas escolhas, temos uma serie de inteligências orgânicas, semi autônomas, que garantem nossa sobrevivência. Elas fazem parte fisicamente de nosso cérebro primordial, o reptiliano, onde estão sediadas as forças anímicas.

Entre estas inteligências estão o sistema nervoso central que representa nossa ligação com o presente e o mental, o sistema linfático que nos fornecem as defesas e trabalham como passado, o sistema digestorio, que se responsabiliza pela energia e reservas para o futuro, o respiratório com o meio, a pela com a sensibilidade, nosso limite da individualidade na matéria.

Se considerarmos que cada força da natureza em nós, cada qualidade, habilidade, são arquivos energéticos, como se fossem cristais que flutuam no nosso campo informacional, e nossa mente só reconhece aquilo com o que já teve contato, e é extremamente limitada na interpretação de campos energéticos, da percepção sensorial, ela busca naquilo que conhece, e nas nossas crenças, no significado que cada objeto ou ser tem para nós, como padrão de decodificação, então nosso animal de poder se apresenta conforme nossa carga emocional, nossa interpretação desta energia.


É incrível para se imaginar, que quando se pede para uma destas inteligências autônomas do corpo físico, ou pedimos ao nosso inconsciente para trabalharmos um determinado conteúdo, que nos gera desarmonia, pela busca do corpo pela sua melhor condição, por sua homeostase, ele se associa ao processo de cura, trazendo a imagem simbólica necessária para que possamos interagir e compreender com este conteúdo, de forma que ressignificando e/ou desintegrando sua componente energética estagnada, possamos nos curar.