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"VIVENDO NO ETERNO MOMENTO DO AGORA"

sexta-feira, 6 de julho de 2012

A música da Lemúria

Em 1997, por razões profissionais, fui fazer um curso num país que eu jamais pensaria em conhecer, mesmo em meus mais exóticos devaneios, era o Chipre.


O Chipre é uma ilha que fica lá no fundão do mediterrâneo, entre o Oriente Médio e a Turquia. Foi muito importante na história medieval, principalmente nas Cruzadas, devido à sua localização, pertenceu a uma penca de países, inclusive á Ordem dos Templários.


Já estava imaginando novas descobertas, fuçando aquelas ruínas, estaria no paraíso. Hoje o Chipre é uma Ilha dividida em dois, um lado é da Turquia, o outro é de um país independente de língua e influência gregas, embora toda a população fale inglês. O British Cipriot, como se autodenominam, formam uma sociedade xenófoba e racista, vivendo do turismo europeu e de registro de navios. Foi colônia Britânica até os anos 60, mantendo muito dos costumes ingleses, inclusive com uma tropa da ONU, composta por ingleses, para pacificar a região, pois o relacionamento dos “Greco/Cipriotas” com os “Turco/Cipriotas”, não é dos mais pacíficos. Sua capital Nicosia, é ainda uma capital dividida por arame farpado, canhões e outras coisas... digamos... menos “amigáveis”.

Fiquei lá por uns 6 meses, mas a intenção era ficar apenas por um Mês, foram aparecendo mais cursos e cursos e eu fui fazendo. Morava em um apartamento alugado, estudava em uma sala de aula com 11 Indianos, e professores Israelenses. Como os Indianos eram a maioria, tudo era feito para eles, incluindo a comida. Quem conhece a verdadeira comida indiana sabe que não é a mesma destes restaurantes daqui de São Paulo, que dão uma “suavizada”. Eles comem coisas simples, mas mesmo assim é intragável pois é extremamente apimentada e a higiene é nota zero. Certa vez, a arrumadeira que contratamos, uma Filipina, me disse que encontrou no banheiro de um deles, um banquinho com restos de cebola picada, sua dedução foi de que, enquanto eles estavam no “trono” fazendo suas necessidades, aproveitavam o tempo, picando a cebola para o almoço. Perdi uns 10 quilos e ganhei uma gastrite. Imaginem a luta que foi compreender o sotaque Indiano, e quando já estava acostumando chegavam os Israelenses para confundir minha cabeça. Foi talvez um aprendizado da língua Inglesa melhor que qualquer curso.

Passei pela primeira vez a virada do ano novo (1997-1998) no exterior, sem a minha família por perto. Um amigo Indiano e outro Israelense me chamaram para passar o ano novo em um Pub frequentado pelos Ingleses baseados na ilha. Foi aí que eu ouvi pela primeira vez, ao vivo e a cores, Auld Lang Syne, com todos os acentos Britanicos.

Imaginem amigos, eu que já me achava um expert em inglês, fui tentar entender, a letra desta música. Não consegui, e logo me dispus a pesquisar, com a certeza absoluta de que nunca iria dominar esta língua. Descobri que não era o único, até os falantes de Inglês tem dúvidas da letra.

Você já deve ter assistido diversos filmes, principalmente Americanos ou Ingleses, onde as pessoas cantam uma música no romper do novo ano, conhecida e transliterada por nós Brasileiros como Valsa da Despedida, começa com “Adeus amor eu vou partir....”

Nos países de língua inglesa, esta música é tradicionalmente cantada no Ano Novo pelas pessoas nos EUA e no Reino Unido e também é conhecida como "the song that nobody knows" (a música que ninguém conhece) porque, apesar de praticamente todo mundo conhecer a sua melodia, quase ninguém conhece sua letra exatamente. Esta música tem uma origem polêmica, pois ninguém sabe dizer ao certo de onde veio. É fonte de inúmeras discussões, inclusive com diversos compositores reclamando para si sua autoria. Parece que há um consenso na Inglaterra que o compositor Robert Burns (25 de Janeiro de 1759 - Dumfries, 21 de Julho de 1796), deu uma modificada na letra para que ficasse mais palatável, mas, como disse antes, o assunto é polêmico.

Tim Barret, professor de Inglês, (www.inglesonline.com.br) diz que a letra desta música é um tipo de Escocês antigo, cuja tradução, seria mais ou menos “Times Gone By”, (tempos passados). E uma das passagens diz: “Ainda beberemos um copo de bondade pelos bons e velhos tempos.”.
We'll tak a cup o' kindness yet
For auld lang syne.
Bem, o que têm esta música com o tema desta Isca ? Afinal não sou nenhum expert na matéria.

Como todo ocultista, gosto de pesquisar as origens de tudo. Durante minhas pesquisas da origem de Auld Lang Syne, vi, com satisfação, um outro lado desta canção. Descobri que existe uma vasta fonte de lendas e mistérios bastante intrigantes, com versões diversas em diversos países, que não tinham nenhuma ligação com a Escócia, tida hoje como a terra de onde surgiu tal música.

Uma das versões diz que a origem de Auld Lang Syne, vem dos tempos do antigo continente de Lemúria. Para os que não conhecem; Atlântida não é o único mito de civilização desaparecida que afundou no mar, Lemúria é também uma civilização que teve o mesmo destino. Vou tentar sintetizar a lenda de Lemúria, segundo diversas teorias:

Segundo Lorde Himalaya, (www.institutoninarosa.org.br/) em 1959, a Era Lemuriana estendeu-se de aproximadamente 4 500 000 a.C. até cerca 12 000 anos atrás. O território pertencente ao gigantesco continente da Lemúria incluía as terras atualmente sob o Oceano Pacífico, bem como o Havaí, as Ilhas de Páscoa, Fidji, a Austrália e a Nova Zelândia. O continente incluía também terras no Oceano Índico e Madagascar. A costa este da Lemúria prolongava-se até à Califórnia e parte da Colúmbia Britânica no Canadá.

Há 25 000 anos atrás,Atlântida e a Lemúria,duas das mais desenvolvidas civilizações daquele tempo, batiam-se uma contra a outra por causa das “ideologias”. Tinham duas idéias diferentes acerca de qual seria a direção indicada para a continuidade de outras civilizações neste planeta. Os Lemurianos acreditavam que as outras civilizações menos evoluídas deveriam ser deixadas sozinhas para continuar a sua própria evolução, ao seu próprio ritmo, de acordo com os seus próprios entendimentos e caminhos. Por sua vez, os Atlantes pensavam que as culturas menos evoluídas deveriam ser controladas pelas duas civilizações mais evoluídas. Esta discórdia causou uma série de guerras termonucleares entre a Atlântida e a Lemúria.

Quando as guerras acabaram e a poeira assentou não sobravam vencedores. A Atlântida e a Lemúria tornaram-se vítimas da sua própria agressão e as terras-mãe de cada continente enfureceram-se por aquelas guerras. As pessoas foram então informadas, através dos sacerdotes de que, em menos de 15 000 anos, os seus continentes seriam destruídos.

No dia da destruição, muitos membros da classe sacerdotal colocaram-se em pequenos grupos estratégicos, em vários locais, e rezaram e cantaram Auld Lang Syne, à medida que afundavam sob as águas. A idéia era a de que todas as experiências horríveis deixam uma cicatriz e um trauma no corpo etéreo e na memória celular das pessoas, que leva várias vidas encarnadas para curar. Até hoje esta música está no nosso inconsciente coletivo, como herança daqueles dias.

Acredite ou não caro leitor, o fato é que esta música possui uma aura de mistério bastante interessante para aqueles que gostam do assunto. Por isto é cantada no romper do novo ano, para que sejamos lembrados das lições de Lemúria.

Fique agora com a letra, experimente cantar com a melodia da Valsa da Despedida, e lembre-se de Lemúria:

Should auld acquaintance be forgot
And never brought to mind?
Should auld acquaintance be forgot
And auld lang syne!


For auld lang syne, my dear
For auld lang syne
We'll tak a cup o' kindness yet
For auld lang syne.

And surely ye'll be your pint stowp
And surely i'll be mine!
And we'll tak a cup o' kindness yet,
For auld lang syne.

For auld lang syne, my dear
For auld lang syne
We'll tak a cup o' kindness yet
For auld lang syne.

We twa hae run about the braes
And pou'd the gowans fine
But we've wander'd mony a weary fit
Sin' auld lang syne.
For auld lang syne, my dear
For auld lang syne
We'll tak a cup o' kindness yet
For auld lang syne.

We twa hae paidl'd in the burn
Frae morning sun till dine
But seas between us briad hae roar'd
Sin' auld lang syne.

For auld lang syne, my dear
For auld lang syne
We'll tak a cup o' kindness yet
For auld lang syne.

And there's a hand, my trusty fere
And gie's a hand o' thine
And we'll tak' a right gude-willie waught
For auld lang syne.

For auld lang syne, my dear
For auld lang syne
We'll tak a cup o' kindness yet
For auld lang syne.
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Aylton do Amaral www.ayltondoamaral.com

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