SEJAM BEM VINDOS AO RESGATE DE SUA CONSCIÊNCIA CRIADORA - PLANETÁRIA E CÓSMICA

"VIVENDO NO ETERNO MOMENTO DO AGORA"

terça-feira, 31 de julho de 2012

A vida de Ramatis - A história de um grande Mestre Universalista

Sintomas da Iluminação




Existem apenas dois sintomas da iluminação, apenas duas indicações que a transformação está ocorrendo dentro de você em direção a uma consciência mais elevada. O primeiro sintoma é que você para de se preocupar. As coisas não incomodam mais. Você se torna leve e cheio de alegria.

O segundo sintoma é que você encontra coincidências mais significativas em sua vida, cada vez mais sincronicidades. E isso acelera ao ponto onde você realmente experimenta milagres.

Deepak Chopra, Synchrodestiny


ADAMA,TELOS E LEMÚRIA (Quem é Adama?)

Pintura de Glenda Green
"Retrato de Adama" @ http://www.mslpublishing.com/

Quem é Adama?

Adama é o Grão Sacerdote de Telos, Líder espiritual da cidade lemuriana sagrada chamada Telos sob o Monte Shasta (Califórnia, EUA). Ele é o presidente do Alto Concílio Lemuriano de Luz em Telos. Adama é também um embaixador e um diplomata destacado para os contatos galácticos com os nossos Irmãos e Irmãs das Estrelas, pela humanidade que vive no interior e na superfície do Globo. Adama, com a assistência da sua equipe Lemuriana e Galáctica, é o diretor responsável pela criação e a manutenção de uma rede cristalina muito importante em volta deste planeta. Trabalha com um grande número de variados seres galácticos e interplanetários neste importante projeto. Adama é um Mestre Ascensionado do Raio Azul de nível universal, é um mestre de Amor e de compaixão, trabalhando incessantemente para assistir a humanidade e o planeta no projeto da Ascensão.

Telos tornou-se agora o quartel-general principal da ascensão para o nosso planeta, e Adama é um dos principais dirigentes, junto com o Cristo planetário, Mestre Maitreya, Mestre Sananda, Mestre Buda, Mestre Sanat Kumara, e tantos outros.

Adama faz parte dos que encarnaram o “Coração da Lemúria” que é nada menos que o coração do amor e da compaixão e o coração da Mãe Divina, o regresso da consciência crística neste planeta com toda a sua glória e magnificência.

Chegou o tempo de Adama ser reconhecido e ouvido de novo à superfície do planeta. A sua presença espiritual no meio de nós e a presença da nossa antiga família Lemuriana intraterrena é mesmo uma grande bênção para nós todos e para a superfície do planeta. Abramos os nossos corações para Adama e para os membros da nossa família Lemuriana intraterrena que, com muito amor e paciência, nos assistem na nossa caminhada evolutiva, esperando reconectar-se conosco de uma forma mais física e tangível nos anos que estão por vir.

Acerca do Monte Shasta, Telos e Lemúria


“A montanha mágica"

O Monte Shasta é uma montanha majestosa que ancora a extremidade Norte da cadeia montanhosa da Serra Nevada. Está localizada no condado de Siskiyou, no Norte da Califórnia, aproximadamente a 53 quilómetros da fronteira do estado de Oregon. O Monte Shasta é o cone de um vulcão extinto, elevando-se a uma altura de mais de 4,31 quilómetros acima do nível do mar. É o maior pico vulcânico na parte continental dos Estados Unidos. Os Mestres Ascensos revelaram que o Monte Shasta pode também ser considerado a materialização do Grande Sol Central.

O Monte Shasta é, para simplificar ao mínimo, um local muito especial. Representa muito mais do que uma simples montanha; é um dos locais mais sagrados e uma fonte de poder místico deste planeta.
É um foco para os anjos, espíritos-guia, naves espaciais, mestres do Reino de Luz. É também a casa para os antigos sobreviventes da Antiga Lemúria.

Para os que são dotados de clarividência, o Monte Shasta está envolvido por uma gigantesca pirâmide púrpura cujo topo se estende para além deste planeta, para o espaço, e liga-nos intergalacticamente à federação dos Planetas para este setor da Galáxia da Via Láctea. Esta extraordinária pirâmide inclui também uma versão invertida de si própria, que se estende para baixo, até ao próprio coração da Terra.

O Monte Shasta representa o ponto de entrada da Rede de Luz deste planeta. É o local onde a maior parte das energias chega inicialmente ao planeta, da galáxia e do núcleo universal antes de ser disseminada para outras montanhas e para o resto das redes. A maioria das montanhas é Fachos de Luz alimentando as redes de luz deste planeta.

Luzes e sons estranhos são vistos e ouvidos frequentemente na montanha. As nuvens lenticulares, as sombras e os extraordinários pôres do Sol acrescentam-lhe uma aura mística, bem como as muitas aberturas e portais para cidades da 5.ª dimensão que ainda existem desde o tempo da Lemúria. O Monte Shasta é o lar de muitos dos lemurianos atuais, os sobreviventes do afundamento do continente lemuriano, há mais de 12 000 anos. Na verdade, os nossos irmãos e irmãs lemurianos são reais. Estão bem, fisicamente vivos, desfrutando de uma existência da 5.ª dimensão, ainda não visível aos nossos olhos. A vibração da “superfície” está atualmente em trânsito da realidade da terceira para a 4.ª/5.ª dimensão. As outras dimensões existem à nossa volta, mas a maioria das pessoas que vive à superfície não possui ainda consciência suficientemente desenvolvida para se aperceber delas.

Antes do afundamento do continente, completamente conscientes do eventual destino da sua amada terra, os antigos Lemurianos, usando a sua mestria a nível energético, cristais, som e vibração escavaram uma cidade subterrânea com a intenção de preservar a sua cultura, os seus tesouros e os seus registos da história antiga da Terra. Esta parte da história foi perdida para a Humanidade desde o afundamento da Atlântida.

A Lemúria foi, em tempos, um vasto continente, maior que a América do Norte, ligada a partes dos estados da Califórnia, Oregon, Nevada e Washington. Este enorme continente desapareceu numa noite no Oceano Pacífico, há mais de 12 000 anos atrás, durante um grande cataclismo. Todos os habitantes da Terra consideravam nessa altura a Lemúria como a sua mãe pátria e houve muita tristeza quando ela se perdeu. Nessa altura, aproximadamente 25.000 Lemurianos conseguiram migrar para o interior do Monte Shasta, o mais importante dos centros administrativos anteriores ao afundamento da mãe pátria. E, meus queridos, vocês que estão a ler este livro, agora sabem, nos vossos corações, que os vossos irmãos e irmãs Lemurianos nunca vos abandonaram. Eles ainda estão aqui em corpos físicos imortalizados, totalmente ilimitados e vivendo numa realidade de 5.ª dimensão. Os nativos americanos acreditam que o Monte Shasta é um local de tamanha grandeza, que a sua existência só pode ser atribuída à criação do “Grande Espírito”. Acreditam também que uma raça invisível de pequenos seres com cerca de 1,21 metros de altura vivem nas suas encostas como Guardiões. Estes pequenos seres maravilhosos, frequentemente referidos como “os pequenos seres do Monte Shasta”, são também físicos, mas de uma vibração habitualmente invisível para nós. Alguns deles são, ocasionalmente, vistos nesta dimensão, à volta da montanha.

A razão para não se mostrarem fisicamente é porque têm medo coletivo da Humanidade. Houve uma época, quando eram tão visíveis e físicos como nós e não podiam tornar-se invisíveis quando queriam, em que os humanos os difamaram. Tornaram-se, por isso, tão receosos deles que, coletivamente, pediram à hierarquia espiritual deste planeta uma dispensação para a elevação da sua vibração. Agora podem tornar-se invisíveis sempre que o queiram e podem continuar a sua evolução incólumes e em paz.

Existem também crónicas que relatam a existência da raça de seres Bigfoots observados em determinadas áreas remotas do Monte Shasta, juntamente com muitos outros seres misteriosos, mas atualmente são muito poucos tanto ali como em todo o mundo. De inteligência mediana e um coração pacífico, também eles obtiveram a dispensação que permite a invisibilidade a utilizar quando querem.

Deste modo, conseguiram evitar o confronto conosco e, portanto, a exemplo dos Pequenos Seres, evitaram os danos físicos, a mutilação e a escravatura da raça em nome da ciência.

Verdadeiramente, como espécie ainda não entendemos que somos convidados do planeta, convidados da graciosa Mãe-Terra, que se voluntariou para fornecer uma plataforma de evolução para muitos reinos aqui morarem. Os Humanos apenas representam um desses reinos. Na intenção inicial, firmou-se um acordo onde todos os reinos seriam honrados e todos partilhariam do planeta de forma igual.

E assim foi durante muito tempo. Infelizmente, após milhares de anos, os humanos tomaram posse. Pensam arrogantemente que são a raça superior e que têm o direito de controlar e manipular os outros reinos que, aparentemente, são mais vulneráveis do que eles.

Muitas das espécies do reino animal também se tornaram invisíveis. Elas ainda estão aqui, mas numa frequência ligeiramente maior, portanto, invisíveis para nós. Onde pensam que estes animais “supostamente” extintos foram? Muitos deles estão extintos porque fizeram uma escolha coletiva de não interagir mais conosco coletivamente. As espécies que ainda estão aqui fisicamente conosco, nem sempre são amadas e respeitadas pelos humanos. Consultem o vosso coração e verifiquem como a maioria dos animais é tratada, usada, abusada pela “suposta” raça superior.

Atualmente, alguns grupos espirituais estão instalados nas redondezas da área do Monte Shasta. Muitos buscadores da verdade que sentiram e ouviram, no coração, o “Apelo da Montanha” mudaram-se para esta área onde sentem que, finalmente, “chegaram a casa”. A memória esbatida da sua ancestralidade lemuriana está a chamá-los de volta para o antigo ponto de origem.

Num dia claro, o Monte Shasta ergue-se como uma jóia branca e pode ser visto a, pelo menos, 160 quilómetros de distância. As pessoas que vivem próximo têm histórias notáveis acerca dos 4,31 quilómetros da Cascata do Vulcão. As mais célebres são as lendas sobre as pessoas (Revelações da Nova Lemúria) misteriosas que vivem dentro da montanha, embora na frequência da 5.ª dimensão. Diz-se ainda que são descendentes de uma antiga sociedade do continente perdido da Lemúria, que vivem nas profundezas, em casas redondas, desfrutando de saúde ilimitada, riqueza e verdadeira fraternidade e que preservaram a sua cultura ancestral.

Os Lemurianos que vivem dentro da montanha são comumente descritos como seres graciosos, de 2,13 metros de altura, ou mais, e de cabelos longos e flutuantes. Vestem roupas brancas e sandálias, mas também já foram vistos com vestuário colorido. Conta-se que possuem pescoços e corpos longos, esguios, que adornam com colares decorativos feitos com contas e pedras preciosas. Desenvolveram o sexto sentido, o que lhes possibilita a comunicação entre eles através da percepção extra-sensorial. Podem também teleportar-se e tornarem-se invisíveis consoante queiram. A sua língua materna é o Lemuriano denominado Solara Maru, mas também falam um inglês impecável com um ligeiro sotaque britânico. Escolheram aprender, como segunda língua, o inglês, porque estão localizados na América.

Há alguns anos atrás, o Dr. M. Doreal reivindicou uma visita aos Lemurianos no interior da montanha. Afirmou que o espaço que lhe foi mostrado media cerca de 3,2 quilómetros de altura, 32 quilómetros de comprimento e 24 quilómetros de largura. Escreveu que a luz dentro da montanha era tão brilhante como a de um dia de Verão, porque, suspensa quase no centro do espaço daquela grande caverna, estava uma radiosa massa de luz. Outro homem relatou que adormeceu no Monte Shasta e foi acordado por um Lemuriano que o levou para o interior da montanha, para a sua caverna, que estava pavimentada com ouro. Os Lemurianos disseram-lhe que existia uma série de túneis escavados por vulcões, que se situavam abaixo da superfície, como auto-estradas... um mundo dentro de um mundo.

Os Lemurianos já dominavam a energia atómica, as competências telepáticas e de clarividência, a eletrónica e a ciência há 18.000 anos atrás. Possuem tecnologia que faz com que os residentes da 3.ª dimensão pareçam crianças quando comparados com eles. Controlam a maior parte da sua tecnologia com a mente. Antigamente, sabiam como propulsionar os barcos usando a energia irradiada pelos cristais e tinham aeronaves que voavam para a Atlântida e para outros locais. Hoje têm uma frota de naves chamada “Frota Prateada”, com as quais entram e saem da montanha de 5.ª dimensão e para o espaço. Possuem também a capacidade de construir as suas naves invisíveis e insonoras para evitarem serem detectadas pelos militares locais e nacionais. Apesar de seres físicos por natureza, são capazes de mudar os seus campos de energia vibracional da 3.ª para a 4.ª e 5.ª dimensão, tornando-se visíveis e invisíveis consoante a sua vontade.

Muitas pessoas relataram terem visto luzes estranhas na montanha. Uma explicação para esse facto poderá ser a existência de naves sempre a entrar e a sair de um espaço-porto situado nas profundezas. O Monte Shasta não só é a casa dos Lemurianos como também um portal multidimensional interplanetário e intergaláctico. Existe uma enorme cidade de luz etérica sobre ele denominada “a cidade Cristal dos Sete Raios”.
Em algum momento, num futuro próximo, acreditamos nos próximos 12 a 20 anos, esta surpreendente Cidade de Luz está destinada a ser densificada (1)até ao nosso reino físico, tornando-se a primeira Cidade de Luz a manifestar-se tangivelmente à superfície deste planeta. Para que tal aconteça, as pessoas que aqui vivem terão de ajustar as suas consciências a este nível vibratório. O Monte Shasta atrai visitantes de todo o mundo, alguns buscando discernimento espiritual, outros procurando revitalizar-se nas belezas e maravilhas naturais que a “Mãe Natureza” tem para oferecer aqui, nesta (1) Densificada — A frequência vibratória actual da Cidade de Luz terá de baixar para permitir a sua materialização no plano físico. Este facto acontece porque, a cada dimensão ou plano de expressão da ordem cósmica corresponde uma gama de frequências vibratórias. Assim, a Cidade de Luz, com uma frequência mais elevada do que a nossa no plano físico, terá de ganhar densidade para se tornar visível. (N. da T.)

Revelações da Nova Lemúria região alpina única. Toda a área pode ser visitada facilmente, sem ler ou ouvir falar dos Lemurianos, mas, se tiverem ligações antigas com eles, podem ser abençoados com algumas revelações.

Todos adoram um mistério, especialmente um mistério acerca do Monte Shasta, e por isso muitos mitos e lendas fascinantes têm sido escritos acerca deste gigante norte californiano. A montanha solitária descansa sempre sobre os seus segredos intactos. Mas, de vez em quando, outra história misteriosa aparece. Um elenco de caracteres novos surgem e as atenções centram-se uma vez mais na montanha mística.

Assim foi durante anos e, provavelmente, assim será para sempre.
O Monte Shasta tem tendência para se revelar somente aos que respeitam a vida, aos que se respeitam a si próprios por serem realmente quem são e aos que respeitam a Terra e todos os outros reinos que partilham este planeta.

Quando perdes, não percas a lição.
Não permitas que uma pequena disputa
possa ferir uma grande amizade...
Lembra-te que o silêncio
é por vezes a melhor resposta.
Lembra-te que a melhor relação é aquela
em que o Amor entre vós excede
a necessidade que um tem do outro.
(Dalai Lama)

Lemúria — A Sua Origem
Adama
Pintura de Loren D. Adams: http://www.lorenadams.com/

No início, há milhares de anos atrás, este planeta foi criado com sete grandes continentes. Quase desde o princípio, muitas colónias de civilizações extraterrestres vieram viver para cá. Alguns permaneceram por períodos curtos, enquanto outros ficaram durante mais tempo. Os pormenores referentes a esta era passada da História da Terra estão registados na biblioteca Porthologos, na Terra Interna (1), e também na nossa biblioteca Lemuriana de Telos. Muito poucos, se é que há alguns, dos verdadeiros factos da longa História deste planeta permanecem à “superfície” nos dias de hoje. Para a maioria, essas civilizações não eram tão físicas quanto vocês se reconhecem a vós próprios hoje e os registos não eram conservados da forma como o são actualmente. De igual modo, quase todos os registos que conseguiram sobreviver aos cataclismos da “superfície” foram definitivamente destruídos de uma maneira ou de outra.

(1) Terra Interna — De acordo com muitas culturas e tradições ancestrais, tanto das tribos nativas do planeta como das religiões de maior expressão, existe uma rede de cidades habitadas, no interior do planeta, que conservam, entre muitos outros factores de igual e maior importância, informações relevantes sobre a História das civilizações, da evolução e da ancestralidadedo planeta, confirmando as comunicações lemurianas. (N. da T. Aurelia Louise Jones).

Acerca de 4 500 000 anos a.C. 1, o Arcanjo Miguel, com a sua equipa de anjos da Chama Azul e muitos seres do Reino de Luz, com a bênção do Pai-Mãe-Deus, escoltaram para este planeta as primeiras Almas que se tornariam a semente da raça lemuriana. Isto teve lugar no Royal Teton Retreat, onde se situa hoje o conhecido Grand Teton National Park, perto de Jackson, Wyoming. As Almas novas encarnadas neste planeta vieram originalmente da Terra de MU, no Universo de Dahl. Nessa altura, a Terra expressava em todo o lado uma perfeição, uma abundância e uma beleza difíceis de imaginar hoje em dia. Era, de fato, o mais magnificente paraíso deste universo e de toda a Criação e esta perfeição foi mantida durante algunsm milhões de anos, até ao início da queda da consciência, que ocorreu durante a quarta Idade de Ouro. Finalmente, outras raças de Sírius, Alfa Centauro e Plêiades, e mais alguns planetas, vieram e juntaram-se a estas Almas-“semente” para também elas evoluírem. À medida que estas raças se misturavam, formavam, em conjunto, a Civilização Lemuriana. Poder-se-ia dizer que, no mínimo, era uma mistura espantosa! Lemúria, a Mãe-Pátria, tornou-se o berço de uma civilização iluminada neste planeta, apoiando também o nascimento de muitas outras civilizações. A Era da Atlântida nasceu mais tarde. De facto, no início, estas Almas maravilhosas, que vieram de UM para a “grande aventura”, tiveram de ajustar-se e aclimatar-se a muitas experiências novas. Com o apoio e orientação dos anjos, eram instruídas no interior do Royal Teton Retreat sobre o modo de viver aqui e, gradualmente, aventuraram-se mais e mais longe, começando a formar pequenas comunidades. À medida que se ajustaram e ganharam confiança, aventuraram-se cada vez mais longe do Retiro e viriam, mais tarde, a colonizar todo o continente lemuriano, que era vasto e se estendia adentro pelo que vocês conhecem hoje como o Oceano Pacífico e além dele.

Antes da queda, os Lemurianos não estavam completamente em expressão física tal como vocês o entendem actualmente. Nesse tempo, a Terra existia numa expressão de 5.ª dimensão e eles viviam principalmente nos seus corpos vibracionais de Luz de 5.ª dimensão, com a capacidade de diminuírem a sua vibração para experimentarem, nos seus corpos, níveis vibracionais mais densos, voltando para os corpos de Luz quando quisessem.

Obviamente que estes factos registaram-se há muito tempo atrás, antes da chamada “queda”, que trouxe a diminuição gradual da vibração da consciência desta maravilhosa raça e também de todos os outros seres vivos deste planeta. O nosso povo, como muitas outras civilizações, caiu definitivamente para o nível da 4.ª dimensão e, mais tarde, por completo para o da 3.ª dimensão. Esta queda da consciência aconteceu num período de alguns milhares de anos.

Telos — Revelações da Nova Lemúria

Geometria Sagrada, A Flor da Vida e a Linguagem da Luz



UM RESUMO DO CONHECIMENTO MATEMÁTICO SAGRADO UTILIZADO NAS CONSTRUÇÕES DAS GRANDES PIRÂMIDES DO EGITO, TEOTIHUACAN NO MÉXICO E EM OUTROS LOCAIS DA TERRA E EM OUTROS PLANETAS DO UNIVERSO (como em Marte)

Este símbolo é conhecido desde a mais remota antiguidade e chama-se "A Flor da Vida". Na verdade, segundo foi revelado, o símbolo da Flor da Vida é bem conhecido em todo o universo, menos aqui! Cada molécula de vida, cada célula em nosso corpo humano conhece esse padrão geométrico. Ele é o padrão geométrico da criação e da vida, em todo lugar. Na verdade, não há nenhum conhecimento, absolutamente nenhum conhecimento no Universo que não esteja contido neste padrão da Flor da Vida. Diz-se que grandes mestres concordaram em mais uma vez revelar esta antiga sabedoria, conhecida como a Flor da Vida. Ela é um código secreto usado por muitas raças avançadas e por navegantes espaciais. O código da Flor da Vida contém toda a sabedoria similar ao código genético contido em nosso DNA.
A Flor da Vida


Esse código genético vai além das formas comuns de ensinamento e se encontra por trás de toda a estrutura da própria realidade. Todos os harmônicos da luz, do som e da música se encontram nessa estrutura geométrica, que existe como um padrão holográfico, definindo a forma tanto dos átomos como das galáxias. O símbolo da Flor da Vida se encontra inscrito nos tetos do Templo de Osíris, em Abidos, no Egito. Sabemos hoje que o símbolo da Flor da Vida também foi encontrado em Massada (Israel), no Monte Sinai, no Japão, China, India e Espanha.

A maioria das nossas experiências meditativas centra-se no hemisfério direito do cérebro – o nosso lado intuitivo, emocional e sentimental. Quando meditamos, geralmente, sentimo-nos muito bem. Às vezes, durante as meditações, conseguimos ter visões ou imagens, ouvir sons calmos ou vozes inspiradoras. Todas estas sensações se localizam no lado direito do nosso cérebro; o sentimental e intuitivo que nos conecta com nosso corpo mental superior.



Acima: O Templo de Osíris em Abydos, embaixo a Flor da Vida em desenho no teto do interior do mesmo templo no Egito.

Qualquer um que tenha tido experiências meditativas, fica com a sensação de ter tido uma experiência maravilhosa, mas mal começa a tomar consciência da realidade, começa a duvidar da validade da experiência que acabou de ter e começa a ter uma conversa do tipo “Nada disso! É tudo imaginação minha isto não pode ser verdade, devo ter inventado estas coisas…”

O que acontece, é que o lado esquerdo do cérebro, não foi envolvido na experiência, ou seja, o teu lado esquerdo, o teu lado lógico, não teve qualquer envolvimento com o teu lado direito, com o teu lado intuitivo, e por isso não sabe o que fazer com estas experiências. Então, o teu cérebro desata a fazer o que os pensadores, aqueles que têm a mente muito ativa, geralmente fazem, começa a rejeitar as tuas experiências intuitivas utilizando questões puramente lógicas, emocionais e racionais. E como a tua experiência foi puramente sentimental e (abstrata) intuitiva, não tem por isso uma base lógica, racional de sustentação. E é assim que começamos a diminuir as experiências internas que temos, com tanta facilidade.

Este é só um dos exemplos do que acontece quando os teus dois hemisférios cerebrais não estão a trabalhar em conjunto tal como deveriam. O teu lado lógico mantém-se cético e por vezes até cínico, acerca do valor das experiências que acontecem no teu lado direito ou intuitivo. É como usar só um motor do barco num percurso e, em que, se utilizares os dois motores, chega lá muito mais depressa.

Então, significa que existe aqui um desafio a ser superado! Ou seja, temos estas experiências maravilhosas, estes ‘insights’ e visões fantásticas que são potencialmente e extremamente úteis ao nosso progresso e desenvolvimento, mas assim que saímos daquele estado meditativo e começamos a utilizar o lado lógico/esquerdo do cérebro surge a dúvida e os questionamentos. E como é que resolvemos esse impasse? Como conseguiremos ter os dois lados do cérebro funcionando em conjunto e em harmonia? Pois bem, a vossa resposta, está na Geometria Sagrada!

A Geometria Sagrada é basicamente a geometria focada em descrever a criação e/ou consciência; o movimento da consciência pela realidade. E como está em movimento (em vez de apenas se ‘ler’ ou ‘observar’, não é por isso uma atividade estática) apela diretamente ao nosso lado racional do cérebro. Mas a Geometria Sagrada não é algo que se olhe e pense “Sim, já percebi!“, tens mesmo que pegar num lápis, num compasso e em papel e começar a desenhar. É uma experiência quase hipnótica, asseguro-vos.

E o que acontece quando começas a desenhar é que o teu lado esquerdo do cérebro está envolvido também – e então começas a fazer, a criar algo. É então que se dá a magia! Ao desenhares estas imagens (não só por olhares para elas) começas a aceder à essência da tua/nossa realidade, a base da criação numa linguagem que o teu lado lógico consegue finalmente entender.


E assim que inicias este processo, começas a permitir ao lado esquerdo do teu cérebro, o racional, a compreender uma explicação lógica para a Unicidade de todas as coisas. E fazes isto porque, em parte, estás a desenhar a realidade, a descrevê-la simplesmente porque estás a usar as formas e figuras construtoras da nossa realidade. Aqui, o teu lado lógico começa a entender! Começa a envolver-se na tua experiência espiritual, e num ápice, tens os dois motores do barco na água e então surge o “equilíbrio” e tudo começa a andar a toda velocidade.

Ao olhar para a imagem da Flor da Vida pensamos que é demasiado complicada para se desenhar. Mas por agora, olhemos para esta imagem anterior acima e pensemos que ela é a base para muitas outras. O perímetro do quadrado e a circunferência do círculo são (aproximadamente) do mesmo tamanho. Assim, se um dos lados do quadrado for 3 cm, então a circunferência do circulo tem que ter 12cm – o que significa que o raio do círculo seria de 1,9 cm – mas verifiquem por vós mesmos.]

Um Crop Cirle feito com a forma da semente da Vida


Quando fiz estes desenhos pela primeira vez, percebi que descreviam a relação entre o círculo e o quadrado, o feminino e o masculino. E mais, descreve a relação num lado bastante masculino, ou seja, através de linhas retas (no lado feminino usam-se as formas curvas). Agora, ao ler o parágrafo acima podes até dizer “sim, isso é verdade”, ou podes agarrar num lápis, compasso e papel e desenhar por ti mesmo. Depois podes começar a sentir a diferença entre olhar para a Geometria Sagrada e praticá-la – “a diferença entre saber o caminho, e caminhá-lo” é enorme.

Como se pode saber o caminho sem o caminhar? Se o caminho se faz em cada passo que damos? Por isso digo, deixemos fluir a vida, sem pará-la em processos egóticos (puramente mental inferior), porque não saberemos o que temos pela frente se não o vivenciarmos. Nestes desenhos o processo é o mesmo, acontece por vezes ter em mente uma coisa e sai outra totalmente diferente, porque pode haver o envolvimento e a entrega de tal forma, que o resultado é aquilo que os dois lados do cérebro quiserem experienciar. Assim é a vida também!

Contudo, fazer estes desenhos, não é uma experiência unicamente pertencente ao lado racional e lógico. Formas como o Ovo da Vida (imagens abaixo na figura 7), possuem uma beleza tão grande e universal que apelam à nossa parte mais básica, mais essencial, dentro de cada um de nós.

Falam do que de mais belo existe dentro de nós, e que está esquecido, mas pronto a ser relembrado uma vez mais. Uma beleza reconhecida intuitivamente, mas também logicamente, e por isso holísticamente. Formas e figuras que nos recordam o nosso lugar no universo e a forma como sentimos e entendemos, movimentamos e criamos harmonia no nosso próprio mundo, logo, em tudo o que nos rodeia. São as formas que geram a essência do nosso universo muito particular e do Todo.

Acima: Foto de apenas UMA Galáxia, a de Andrômeda, vizinha mais próxima da nossa galáxia, com cerca de 1 trilhão de sóis/estrelas, localizada à cerca de 2,5 milhões de anos luz da Terra/sistema solar

Acima: Nesta Imagem do telescópio espacial Hubble feita do AGLOMERADO de GALÁXIAS Abell 2218, podemos ver o resultado da aplicação pelo Criador do uso da Geometria Sagrada na criação dos universos. São centenas de galáxias SEMELHANTES À DE ANDRÔMEDA em um pequeno conjunto que dá uma idéia da imensidão do Cosmos e das possibilidades que a vida têm para se manifestar...e tem pessoas que ainda pensam que somente na Terra existe vida humana...

A Criação do Universo e a Geometria Sagrada

Imaginemos que no início tínhamos o vácuo, (o vazio absoluto) a consciência primordial sem forma, chamemos-lhe o Espírito. Com o objetivo de começar a criar, um raio de consciência no vácuo é disparado, primeiro para frente, depois para trás (um eixo), para a esquerda e direita (outro eixo) e por último, para cima e para baixo (terceiro eixo), obtendo-se assim o primeiro desenho da figura 1, isto com a mesma distância nas 6 direções, definindo as coordenadas espaciais (Norte, Sul, Leste, Oeste, Acima e Abaixo).

Figura 1 – Do vácuo à esfera


Todos nós temos estes 6 raios sensitivos partindo da nossa glândula pineal (um atravessando o chakra da coroa(o sétimo, o Sahasrara) e pescoço, outro atravessando a nuca e o chakra frontal e um terceiro atravessando os dois hemisférios cerebrais), correspondendo aos três eixos cartesianos x, y, z. Esta capacidade criativa é inata a todos os seres humanos.

Se unirmos agora as várias direções tal como era feito nas antigas Escolas de Mistério, obtemos um diamante ou retângulo (segundo desenho, ver em perspectiva), após a formação deste quadrado à volta da consciência é disparado um raio de consciência no sentido ascendente, formando uma pirâmide, e um raio de consciência no sentido descendente formando outra pirâmide (terceiro desenho).

É importante referir que a função piramidal assume uma máxima importância no retorno à Fonte Primordial, o que é amplamente descrito no “Livro do Conhecimento, As Chaves de Enoch”, de J.J.Hurtak, "A inteligência humana deve ser iniciada nas funções piramidais de Luz antes que possa ser promovida à próxima ordem de evolução, à próxima célula (a)temporal consciencial.

Como pode ser observado na figura 2 acabamos de obter um octaedro (na forma tridimensional). É importante observar que isto é só a consciência, não existe um corpo no vácuo. Foi simplesmente criado um campo à volta da consciência.

A partir deste momento é possível, pela primeira vez, imprimir movimento, criar energia cinética, ou seja, temos este octaedro base e podemos criar uma distância (afastarmo-nos ou aproximarmo-nos) ou então o criador pode simplesmente permanecer imóvel levando este primeiro octaedro a movimentar-se, passa a haver uma referência no centro do vácuo, logo passam a existir também distâncias.

Figura 2 – O Octaedro


Se movimentarmos este octaedro na direção dos vários eixos criamos os parâmetros perfeitos para uma esfera (figura 2), era exatamente isto o que os iniciados no Egito faziam nas suas meditações (quarto desenho da figura 1), tal como na Cabala em que as direções assumem bastante importância para algumas meditações específicas.

Todo indivíduo que estuda geometria sagrada está de acordo quanto ao fato de que uma linha reta representa o masculino e uma linha curva representa o feminino (e também de que toda linha é feita de “minúsculos pontos”, que na realidade são micro esferas e ...).

O que os egípcios estavam a fazer ao realizar esta meditação era passar de uma forma masculina (octaedro) a uma forma feminina (esfera). Isto está diretamente associado à Bíblia e à parábola da separação do feminino (EVA) do princípio masculino (ambos existindo EM EQUILíBRIO na figura do Adam Kadmon, macho e fêmea ao mesmo tempo, ou seja, um ser divino não polarizado, um anjo!!) a partir das “costelas de Adão”, quando a polaridade masculina e feminina surgem.

Tudo o que conhecemos como “realidade” foi uma criação de uma consciência no infinito vácuo, os Hindus chamam-lhe Maya, que significa ilusão, todos nós podemos criar a nossa realidade (sermos deuses co-criadores) e libertarmo-nos de Maya, da ilusão.

Figura 3 - Padrão da Gênese


Partindo desta primeira esfera ou bolha no vácuo (primeiro desenho à esquerda da figura 3) o Espírito projeta uma nova esfera (segundo desenho) obedecendo às mesmas regras. Este processo lembra-nos a divisão na Mitose (reprodução assexuada). Temos aqui a associação com o primeiro dia da criação ("Fez-se a Luz").

Neste momento encontramo-nos perante um símbolo sagrado muito antigo conhecido como "Vesica Piscis" (figura 4 a seguir) associado ao Cristianismo e também conhecido como o "Peixe de Jesus" (numerologia).

Se considerarmos uma esfera como sendo Deus ou o Céu e uma segunda esfera como a Humanidade ou a materialidade esta intersecção simboliza o Cristo, o portal que une o Céu e a Terra. Este símbolo está intimamente associado à criação da luz, sem ele a luz não seria possível, sem esta imagem geométrica não seria possível, por exemplo, a criação dos nossos olhos, responsáveis pela recepção da luz.

UMA MERKABAH, dois tetraedros entrelaçados



No segundo dia da criação com uma terceira esfera obtemos o símbolo da Santíssima Trindade (figura 4), a geometria básica da estrela tetraédrica, uma das formas geométricas mais importantes na criação (A forma da Merkabah, o corpo de luz que nos permite voltar ao nosso estado de consciência original). "Quando duas Pirâmides de Luz se unem para formar uma Estrela de David/Selo de Vishnu, nasce um novo universo estelar de inteligência" (J.J. Hurtak).
Figura 4 - Acima "Vesica Piscis" e abaixo a "Trípode da Vida"



Continuando o movimento matemático da criação vamos chegar ao Sexto dia da criação obtendo-se o símbolo da flor de seis pétalas conhecida como a Semente da vida, o princípio da criação do Universo no qual nós vivemos.

Este primeiro movimento em torno da primeira esfera, representa a primeira rotação ou Padrão da Gênese (os seis dias da criação da Bíblia), ilustrados no quadro de Anarion Macintosh.

Se pegarmos no padrão da Gênese, a primeira forma tridimensional que conseguimos extrair é conhecida como Tórus (figura 5) , esta forma é obtida a partir da rotação da Semente da vida em torno do seu eixo central (último desenho da figura representa o Tórus visto de cima em duas dimensões).
Anarion Macintosh – A espiral e os seis estágios (os dias do Gênesis) da criação (acrylic on canvas). O universal Padrão da Gênese (Criação)



Foi o matemático Arthur Young que descobriu que esta forma geométrica tem sete regiões conectadas, todas do mesmo tamanho (figura 6), o Tórus representa a forma geométrica base da existência, está presente em todos os planetas, estrelas, galáxias.
Figura 5 – Tórus



O nosso planeta é um Tórus com dois pólos magnéticos em comunicação (primeiro desenho) o que permite as precessões dos equinócios (ponto zero). O Tórus está também presente no corpo humano (como por exemplo o nosso coração que tem sete músculos formando um Toroidal bombeando para sete regiões) e pode ser encontrado em todas as formas de vida existentes.

Figura 6 - Espiral Tórus com as sete regiões diferenciadas


Figura 6-a – rotações



Se efetuarmos uma segunda rotação (figura 6 a) em torno da Semente da vida , obedecendo às mesmas regras da primeira, vamos chegar a uma segunda figura tridimensional conhecida como o Ovo da vida (figura 7).

O Ovo da vida representa a estrutura morfogenética (logo após a fecundação do óvulo, ele começa a se subdividir e em dado momento apresenta essa Formação do ovo da vida, em oito esferas aglomeradas) a partir do qual o nosso corpo foi criado. A nossa existência física depende desta estrutura, desde a cor dos nossos olhos ao formato do nosso nariz...

Figura 7 - Ovo da Vida



Uma forma que também é revelada neste segundo Vortex (rotação) é a Árvore da vida (figura 8) que contém dez círculos que representam os Sefirotes (esferas em Hebraico) na Cabala, 10 aspectos da personalidade sintetizados no Adão Kadmon, o Homem Celeste, Logos. Representa o caminho para iluminação espiritual e um mapa do Universo e da Psique.

Figura 8 - A Árvore da Vida



Com uma terceira rotação obtemos um padrão determinante na formação da realidade física.Quando olhamos de forma atenta para a Flor da vida (figura 9) vemos 19 círculos inscritos em dois círculos concêntricos, imagem essa encontrada um pouco por todo o mundo nas várias civilizações, a questão é por que parar nos 19 círculos?

Isto se deve à descoberta do próximo componente que era de extrema importância, por essa mesma razão mantiveram-no em segredo. Esse conhecimento era considerado tão sagrado que decidiram não trazê-lo a público, codificando-o. Se olharmos bem para a Flor da vida nos deparamos com a existência de vários círculos incompletos na periferia (esferas na verdade). Tudo o que era preciso era completar estes círculos (técnica antiga para codificar o conhecimento). Se efetuarmos uma quarta rotação torna-se fácil de perceber o padrão misterioso, o Fruto da vida:



Figura 9 - A Flor da Vida



Este padrão de treze círculos é uma das formas mais sagradas em toda a existência. Na Terra é chamada de Fruto da vida (figura 10). O Tórus, o Ovo da vida e o Fruto da vida são os três padrões que nos permitem construir tudo aquilo que conhecemos como realidade tridimensional sem exceção. Eis a origem do por que o número treze é sagrado em todas as culturas antigas de nossa civilização. Vivemos em um universo multidimensional que existe em treze diferentes níveis de consciência. Eis a razão do porque de um mestre e doze discípulos.



Figura 10 - Fruto da Vida



Se combinarmos estes treze círculos (femininos) com todas as linhas retas possíveis (masculinas) como é exemplificado na figura abaixo vamos obter a forma geométrica sagrada conhecida como o Cubo de Metatron:




Figura 11 - Cubo de Metatron



O cubo de Metatron representa um de treze sistemas universais de informação contidos no Fruto da vida, nas linhas do Cubo de Metatron podemos facilmente encontrar os conhecidos sólidos platônicos, os tijolos básicos construtores da nossa realidade física da terceira dimensão (figura 11).

O cubo de Metatron demonstra-nos a verdade milenar de que toda a vida emerge da mesma origem, do mesmo centro, da energia única.


Figura 12 - Os cinco sólidos platônicos e os